TradiçãoTrajos

Costumes próprios, do vestir e trajar Luso


- Se os próprios provérbios populares lusos nos informam dizendo:

“Pela aragem se vê quem vai na carruagem”
“Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”

Também é verdadeiro que:

“Diz-me o que vestes, dir-te-ei quem és”

Na verdade, o vestiário, o traje, o “vestir” usado por um povo, é realmente diferenciado do que o outro povo normalmente usa.

É claro que num mundo mais globalizado e globalizante em que cada dia vivemos, o “Traje” o “Vestuário” tende a uniformizar-se – não só em idênticos uniformes, e no mesmo pronto-a-vestir, como o “resistir à moda de um povo” se torna dia a dia mais difícil de sustentar.

Na verdade, hoje o “biquíni” a “mini-saia, ou o cinto largo que a substitui” torna-se cada vez mais igual de uso quer nas Américas, Europa, Áfricas ou Ásias.

Idem aspas para a gravata (normalmente adereço usado pelo homem) ou os chapéus (que entraram cada vez mais em desuso) e isso talvez, porque o nosso luso – cómico – Vasco Santana, já em plena época de 1940-50-ter “invectivado o chapéu” com a célebre frase: “Chapéus? Chapéus há muitos oh palerma!”

Enfim, que sobretudo na Idade Média e na Renascentista e na Romântica – dos Séculos XII a XIX – o “Traje” existiu e era usado até como individualizante de classes sociais e de profissões, isso é uma pura verdade.

O sitio da portugalidade, irá publicitar os diversos usos do “Traje” e sua evolução em terras Lusitanas desde o Século XIV (reinado de D. João I), até ao Séc. XVI (reinado de D. Sebastião), abrangendo assim o ciclo áureo da civilização Lusa, coincidente com a Revolução provocada no Mundo antigo, pelas Descobertas Marítimas dos Portugueses.