A aranha é um “ARAENÍDEO”. Ela é constituída por duas partes principais:

O prosoma ou cefalotórax de onde saem quatro pares de patas; E a parte posterior ou abdómen em cuja extremidade se situam as glândulas fieiras. As mandíbulas possuem um ferrão que tem veneno na extremidade. As patas estão cobertas de pelos e de picos que funcionam como órgãos de olfacto e de tacto.

A teia das aranhas é uma das fibras naturais mais resistente que se conhecem, mas até hoje ninguém conseguiu analisar, sintetizar e industrializar “os fios da aranha”. O fabrico da “teia” que normalmente tem uma forma de funil leva por vezes alguns dias de trabalho a terminar. Ela é constituída de tal modo que os insectos ficam presos nela e ao tentarem libertarem-se, estrebucham, acordam a dita, e é nessa altura que ela surge e zás: de suas mandíbulas sai o ferrão que deita o veneno nas suas vítimas.

O mais impressionante, é que apos o acasalamento do macho-fémea eles vivem algumas semanas juntos, mas depois o macho morre e a fémea come-o! A fémea pode viver vários anos e pode mesmo passar meses sem comer e sem beber.

As aranhas não são sempre perigosas, apesar do seu veneno paralisante, pois a concentração desse veneno é tão fraco que não tem relevância face ao homem.

É porém certo que há uma, que é a “tarântula europeia” realmente perigosa. É esta que infelizmente está assaltando o solo luso.

As outras mais conhecidas são as

- Aranhas domésticas (que normalmente até caem dentro da banheira).

- A viúva-negra europeia – essa também é venenosa, mas só se exibe após ter comido o próprio macho.

- As aranhas de jardim – normalmente inofensivas.

- As aranhas salteadoras.

- As aranhas azebradas.

- As aranhas caranguejeiras, essas são mestras em camuflagem, pois algumas espécies delas, até conseguem mudar de cor, como os camaleões.

Como andam – por vezes – para traz, e são peritas em camuflagem, são estas as preferidas como logotipos dos invertebrados políticos. Pois eles, como elas, só enleiam, só enredam e depois – ZÁS: ferrão venenoso contributivo sobre nós, e os poucos que lhes escapam, acabam por lhes entregar tudo, e só sobrevivem de tanga.

Os americanos, ainda criaram o Homem-Aranha que trepa nos ricos arranha-céus, e deles se apodera com a facilidade de quem “esfrega-um-olho”. Mas esse tipo de aranha só raramente aparece em solo luso.

Criou-se um mito, de que as aranhas são monstros. Sobretudo a arte cinematográfica desenvolveu e publicitou esse mito.

Mas tal não é verdade. Basta ver que em solo luso-europeu há aranhas … e aranhões, que são sempre fortes perante os mais fracos, mas são extraordinariamente débeis perante os mais fortes, tal como a governação financeira, que é forte face ao mexilhão-contribuinte, e que é fraca perante o tubarão-banqueiro ou o elefante – multinacional.

E é por causa disso, que em solo luso-europeu há cerca de 9 milhões e 999 mil contribuintes-pagantes, que andam constantemente

 

EM PAPOS DE ARANHA.