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Notícias da Portugalidade pelo mundo


Todo o luso quer ele seja europeu, brasileiro, africano ou asiático tem como portador que é de cromossomas Lusitanos e Atlantis, um grande e elevado sentido de Liberdade, de Independência e de vontade de …Isolamento.

É que a antiga Atlântida, embora fosse um território imenso, não deixava de ser uma Ilha. E todo o temperamento dos –Ilhéus – comporta em si um temperamento de Isolamento. Ele como ser humano social, tem necessidade de conviver e viver num agregado social, e aí, a comunicabilidade é essencial e fulcral. Contudo, o luso, só no isolamento consigo próprio é que encontra, descobre e vivencia a sua Liberdade e Independência. E por isso, é que ele apesar de ter a plena noção de que é uma “criatura” não auto gerada, porém, sabe que ele próprio e sozinho, é capaz de inventar coisas novas, é capaz de se tornar recriador. E só se é criador (do que quer que seja) quando se é Só, quando se tenta ser UNO.

Mas o Luso, como membro de um agregado social que também é, ele está “ligado” a um “Família” a um “Clã”, a uma “Sociedade” a um “Povo”, e a uma “Pátria”. E sabe que esses seus laços e ligações físico-naturais, são sustentáculo de algo mais elevado, e assim, o seu “Espírito”, o seu “Pensar “mais do que estar ligado a uma Pátria, pertence e é membro de uma MÁTRIA. De uma MÁTRIA Espiritual, onde todos a que ela pertencem, comunicam usando a mesma língua, a raiz da mesma cultura, o mesmo sentido de viver, de pensar, de amar. Por isso:

É vital, é urgente, é cromossomaticamente exigido, que o Luso que vive nas Américas, saiba “as Notícias” da Lusitanidade vivida na África ou Ásia, e que o Luso africano esteja, a par das “Noticias” da lusitanidade que se vive na Europa ou na India. Por isso:

O “sítio da portugalidade” não podia deixar de se esforçar por nele haver um intercâmbio- e constante- das notícias e dos eventos lusos, que todos os lusos devem ter conhecimento, e que entre si devem comungar na mesma vivência.

Luso, onde quer que vivas e trabalhes, dá-nos” notícias” tuas, e da nossa cultura, e procura também, no nosso sítio ter conhecimento das “notícias” de outros lusos.