Aí está uma “ordem” de invertebrados normalmente detestados pelo género humano, mas que em solo luso-europeu, ninguém lhes faz guerra.

Além de serem verdadeiramente incómodos e inoportunos, os mosquitos e moscardos sugam, sem dó nem piedade, o sangue dos animais e dos humanos.

Verdadeiramente parasitas da natureza e da humanidade, estes insectos têm apenas um par de asas, daí denominados “dípteros”.

Curiosamente é de salientar que quem suga o sangue dos homens e dos animais são as fêmeas, já que os machos, desprovidos de aguilhão, contentam-se em pacificamente sugarem as flores.

 As moscas como pertencem à família dos “sirfídeas” são particularmente hábeis no mimetismo, podendo enganar até os melhores especialistas em insectos!

Por isso, é que muitas das vezes, julga-se que “as moscas mudaram” mas na verdade até elas são sempre as mesmas.

Nada muda, nem sequer mudam as moscas, quanto mais o esterco.

 Há mesmo um género de mosca, que se designa por “mosca do esterco” Infelizmente este género de mosca, cada vez mais prolifera em solo luso.

E que Deus nos livre das “moscas drosófilas” pois essas têm o condão de transformar o vinho em vinagre.

Já não bastavam “os moscardos” que até fazem vinho sem espremerem uma uva sequer!!!