LusosOs Invertebrados

Na época em que nenhuma europeidade existe, ao menos que se saiba que ainda há “portugalidade”.

Mas o país europeu onde nasceu a portugalidade precisa de reviver, já que a casa materna que a deu à luz está toda em ruínas.

Dessas ruínas já quase vestígios não há, nem do jardim à beira mar plantado, nem da cerca ou fronteira que o defendia dos vizinhos europeus que sempre o cobiçaram. Até já deram cabo do “escudo monetário” que o defendia da pilhagem financeira de corsários e de piratas.

Como entendo que não se pode reconstruir edificação nenhuma que tenha entrado em ruínas, sem primeiro proceder à “limpeza do terreno”, nem que seja à pazada e à vassourada, como o fizeram a D. Brites limpando à pazada o “forno” de Aljubarrota – e a Maria da Fonte – “limpando o quintal minhoto”, eu, venho de boa-fé, sem qualquer preconceito, muito menos político – aderir ao “sítio da portugalidade” e a ele enviar este meu pequeno contributo, e assim considerando que é necessário, repito, varrer primeiro os escombros, para só depois se reconstruir a “casa portuguesa”, devemos então primeiro, limpar o solo-luso-europeu, de certos “ANIMAIS INVERTEBRADOS” que o dominam, que o poluem, e que o estão matando.

Estes “Animais Invertebrados” – que apesar de serem úteis ao eco sistema da terra lusa, dele porém se apoderaram de tal forma e feitio, que hoje é uma PRAGA que necessita de ser combatida, e em grande parte extinta, e se necessário: exportada.