No dia 11 de Julho duas efemérides acontecem: é o DIA MUNDIAL DA POPULAÇÃO, instituído pela ONU em 1989, alusivo aos 5 BILIÕES de seres humanos atingidos a 11 de Julho de 1987; é o DIA DO PADROEIRO DA EUROPA, São Bento, instituído pelo Papa Paulo VI a 24 de Outubro de 1964.

A 24 de Outubro de 1648, Dia do Arcanjo Rafael, ratificou-se a Paz de Westfalia, geradora dos novos Estados-Nação da Europa, após uma Guerra Europeia de 30 anos, iniciada na Polónia (Prússia). Em 1147, neste dia, o «ramo» inglês da fatídica II CRUZADA TEMPLÁRIA no «Médio Oriente» ajudava, previamente, Portugal a conquistar Lisboa, nome do actual Tratado da Europa, assinado a 13DEC2007 (700 anos após a prisão dos Templários) e em vigor a 01DEC2009, Dia da Restauração de Portugal.

Mas em 1989, a Mensagem do ano é de advertência: após 28 anos (ciclo lunar) do início do Muro de Berlim este é destruído pelo povo de 9 a 11 de Novembro, Armistício em 1918. Passavam 200 anos sobre a Tomada da Bastilha, a 14 de Julho de 1789, avocando-se a marcha militar do Batalhão de Marselha para esta revolta popular ao fim de 22/23 Reis após Filipe IV, o Belo. Também o espírito de revolta de 1890 em Portugal gerou A PORTUGUESA, o Hino Nacional, pela usurpação dos ingleses contra o País da sua VELHA ALIANÇA, ratificada pelo Tratado de Windsor de 1386, há 630 anos.

Por mais que se critique a Inglaterra, desde a expulsão dos judeus em 1290 que só voltaram com a República de Cromwell, a ela devemos as derrotas de Filipe II de Espanha e do Imperador Carlos V e dos últimos grandes ditadores da Europa, como Napoleão (1815), Guilherme II (1918), Mussolini e Hitler (1945). Muitos genocídios no séc. XX tiveram lugar na Arménia, Ucrânia, Alemanha, Japão, África, Timor e Estados sem democracia. Porém, desde 2014, logo após a gestação final do DAESH a 29 de Junho, Dia São Pedro/São Paulo, muitos milhões já morreram, ora pela sua espada e bombas, ora pelas vagas de refugiados mortos pelo MAR MEDITERRÂNICO e pelos novos «MUROS» do Ocidente.   No dia 10 de Junho, Dia de Portugal e da Revolta dos Barões da Magna Carta de 1215, início do EURO2016, com 24 países, a Europa aguardava, a 24 de Junho, Dia de São João Baptista, pelo BREXIT da Bretanha, para que Bruxelas e Berlim decidissem se concordavam com o «seu» veredicto.

Em 2016, após 200 anos de uma Europa de desemprego saída do Leão de Waterloo, passados 100 anos sobre o auge do terror das trincheiras da I Guerra Mundial, esqueceram-se no EURO 2016, no BREXIT, na ONU e em todos os Governos Mundiais de relembrar ao Mundo que a 12 de Junho era DIA MUNDIAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL, um pilar de conveniência para a competitividade.Cem anos depois da Alemanha declarar guerra a Portugal, a 9 de Março de 2016, dia de posse dos Presidentes da República Portuguesa e do seu Hino Nacional, a Europa iniciou o declínio, por ser liderada por eurocratas de mestrados sem mestria, não eleitos pelos povos e subjugados a poderes financeiros mundiais, desregulados desde 1981 em aliança anglo-americana, sob a égide da FED/EUA.

Se visualizarmos as corrupções recentes na UEFA, na FIFA e em alguns areópagos desportivos, similares a gangrenas «off-shores» e tecidos «cancerosos» dos Estados, onde a legislação não gravita ao redor do bem-estar social e cultural da Humanidade e de uma sadia Natureza ambiental, depressa concluímos e devemos perguntar que utilidade têm os actuais votos, referendos, leis e campanhas mistificadoras dos fazedores de opinião pública. Tudo se revota quando o voto da não agrada.

Vertem-se muitas lágrimas de crocodilo, criam-se mártires e corrompem-se instituições para que indústrias, comércios e interesses transnacionais maximizem lucros sem tributações fiscais.

As exigências puritanas e anacrónicas do BCE, UE e Troika a Portugal, o resultado indesejado do BREXIT e algumas vitórias de países no EURO 2016, cujo logótipo foi traçado pelos portugueses, são sérias advertências para o inadequado rumo da Deusa Europa, gerida por eurocratas palradores.

As próximas eleições Arcânicas nos EUA, após 44 Presidentes (22+22), trazem-nos menos esperança num Mundo melhor, se nada for feito para regular o poder financeiro e criar um tecido legislativo em prol do desenvolvimento do ser humano, hoje sem filosofias sócio-económicas como a democracia cristã, a social democracia, o socialismo e o comunismo, doutrinas sequentes a uma Revolução Industrial que geraram os necessários ajustamentos na cena internacional do séc. XX.

Portugal não quis crer, no EURO 2004, que as letras da palavra GRÉCIA encerravam as iniciais dos países que inicialmente tinha de vencer. No EURO 2016 não venceu os Deuses Nórdicos, nem as cinzas do Império Austro-Húngaro, mas ultrapassou as Bandeiras com as mesmas cores da Islândia (Croácia) e da Áustria (Polónia) para derrotar as iguais cores branco-verde-rubras do País de Gales.No próximo dia 18 de Julho passam 319 anos sobre a morte do Padre António Vieira, o jesuíta que mais lutou pelo ser humano, com os seus sermões, prisões e perseguições. Quis a Matriz da Humanidade que este dia, decretado pela ONU em 2009, fosse também DIA INTERNACIONAL DE NELSON MANDELA, efeméride do seu nascimento em 1918, nos finais da I  Guerra Mundial.

O único país sem pontuações no EURO 2016, a Ucrânia, usou indevidamente o seu Tridente místico e ancestral para espalhar o conflito euro-russo e a intriga política em 2015. A União Europeia e a Rússia não o compreenderam e só disso se darão conta no 21º Campeonato Mundial de Futebol, mas pior será o seu 22º Campeonato no Qatar, onde os estádios são hoje erguidos por escravos.

Quando a Grécia Antiga fundou as cidades de Marselha, de Siracusa, de Sagunto, de Lisboa e tantas outras, do Mar Negro (Eixo Euxinus) ao Mar dos Açores (Eixo Anguinus), deixou as cores azul e branco no seu brasão, herdadas pelo Conde Dom Henrique. A talassocracia dos mares termina, como mensagem imaterial de um período da Terra, no século XXII. Todos os Impérios do Elemento Água, sequentes aos do Fogo e da Terra, têm de fluir para o Elemento Ar, para que a Luz tenha supremacia sobre as Trevas e a Humanidade inicie um período de Paz e Prosperidade, evoluindo no Universo.

As vitórias de 2-0/0-2 Portugal-Gales(Lyon)/Alemanha-França(Marseille) e 1-0 (golo 108’ 24’’) Portugal-França (St.Denis), dão-nos uma Mensagem que os Credos de Fé e as Ordens sabem entender.

Quando Jean Monet (1888-1979), banqueiro e mentor da Declaração Schuman, se tornou Presidente da CECA, Comunidade do Carvão e do Aço (1952-1955), gerou um eixo Franco-Alemão que irradiou um ideal secreto de uma Federação, sem que se motivasse um mesmo ideal de povos, tão ancestral como numa Confederação Etrusca ou de Delfos, ou eficazmente medieval e moderna como um Contrade 17 de Siena (primeiro banco da Europa) ou uma Confederação Helvética de 24 Cantões.

TERRA DOS DEUSES ASES OU ÁSIA E TERRA GÁLICA DO CORAÇÃO DA DEUSA EUROPA OU AUSTRÁSIA

Os sonhos de uma Deusa Europa Unida nascem em 1923, com um filósofo austríaco, Richard Coudenhove-Kalergi (1894-1972), fundando a União Pan-Europeia e propondo o HINO DA ALEGRIA para HINO DA EUROPA (1972), um poema (1785) de Schiller e 9ª Sinfonia (1824) de Beethoven.

A resolução sobre a decisão do Reino Unido de se retirar da União na sequência do referendo de 23 de Junho foi aprovada no PE, a 28 de Junho, por 395 votos a favor, 200 contra e 71 abstenções, ou seja, as presenças eram: 395+200+71=666. De facto, na cadeira número 20 (número-base sagrado dos celtas) do PE estava sentado o deputado inglês defensor do BREXIT e na cadeira 21 o Presidente da Comissão Europeia. Nigel Farage é deputado do PE há 17 anos, desde 10 de Junho de 1999, Dia de Portugal e Jean-Claude Juncker desde o Dia de Todos-os-Santos de 2014, sucedendo a um português.  Porém, as 12 estrelas não representam qualquer Estado-Nação, mas algo traçado por Arsene Heitz, um francês de Estrasburgo, onde a sua Catedral expõe uma Mãe de Jesus de 12 estrelas (NATO fundada por 12 Países) alusiva à Senhora do Apocalipse, Cap 12-1. Pode-se especular sobre isto, mas é certo que a actual Bandeira da UE foi adoptada pelo Conselho da Europa a 8 de Dezembro de 1955 (Dia da Padroeira de Portugal e do Anjo da Loca de Iria) e exibida a 13 pelo seu Presidente, o irlandês Liam Cosgrave. Robert Schuman foi feito Servo de Deus e aguarda por uma hipotética beatificação.

As 333 medidas (1/2 Besta Apocalipse ou Kali Yuga) do Governo Português de Sócrates não só ditaram a sua prisão, como levaram Portugal a um desastre imaterial que afectou a própria Europa. O «primeiro selo» do Apocalipse de advertência mundial foi aberto em 1883 pelo vulcão Krakatoa, cuja região em latitude é (666) 6º 6’ 6’’. O seu «irmão» na Europa é o vulcão Etna, na Sicília, situado no paralelo 37º N, latitude do Cabo Sagrado de Sagres e Santa Maria dos Açores, das Colunas de Hércules e do Peleponeso, unindo os lugares das grandes mudanças da Humanidade, no Hemisfério Norte.

Desde Isabel I e Francis Drake até Isabel II e o PM Harold Macmillan, com o veto da França (1963) de Charles De Gaulle para que o Reino Unido não entrasse na CEE, que assistimos a uma cena internacional gerada na Guerra dos Cem Anos (1337-1453) e longe da pacificação, pelos ódios da criação da EFTA (Portugal incluso) e da Aliança Liberal EUA-UK com Margaret Thatcher. No próximo dia 16 de Setembro (Lua Cheia), na Eslováquia, antiga Terra Celta dos Boios, irá ser repensada (?) a UE. Para os que se surpreendem hoje com o cenário da Europa, convem lembrar que os povos da Antiguidade, durante os seus Jogos e Festividades Religiosas, observavam a Paz e as Tréguas nas suas guerras e contendas menores. Acreditavam eles que os «Deuses» vigiavam os participantes e davam aos «eruditos» sinais que serviam para reger as Tribos, os Reinos e os Impérios. Hoje tudo isto não passa de mitos, mas certo é que os livros, filmes, séries e heróis mais relevantes têm nexo causal com o imaterial, o lendário, o misterioso e quantas vezes com o maligno que fascina as mentes das Trevas.

No EURO 2016 os Dragões Celtas (símbolo da China) de Gales (Fafnir) e Portugal (Coca, Dia de Corpo de Deus) dizem-nos da supremacia da Luz sobre as Trevas, expressa na vexilologia da bandeira de São David de Gales, onde a Cruz da Luz ilumina o fundo negro das Trevas, servindo de iconografia ao futebol do Cardiff City. Foram os Celtas que fizeram «renasceram» o futebol, um arquétipo milenar do Oriente (Ásia) ao Ocidente (Maias) até ter um primeiro jogo oficial entre duas Selecções, Inglaterra e Escócia, no Dia da CRUZ e do Apóstolo Santo André (morre na Grécia), a 30 de Novembro de 1872.

A Deusa Europa da Civilização Micénica, sendo Atenas fundada pelo Egipto, tem sofrido, ao longo de séculos, diferentes Idades, todas elas, as recentes, com as quedas dos Impérios de Alexandre da Macedónia, de Roma do Ocidente, de Roma do Oriente, de França de Napoleão, teimando-se em não modificar o nome da Idade Contemporânea (1815) para Idade Atómica (1945), após as quedas dos Impérios da Alemanha e do Japão, talvez porque se «aguarde» por um cessar de um conflito que lave as actuais consciências bélicas da Humanidade, na avidez lucrativa das suas indústrias de defesa.  A ancestral Civilização Ocidental, como as Civilizações Orientais e das Américas, foi gerada no Ciclo Zodiacal Retrógrado, em Leão, e metamorfosear-se-á, nos Evolutivos Ciclos Menores da Terra, passados que sejam 26 000 anos (aprox) até que novo Ciclo Maior ou Era tenha lugar, ocorrendo no final de todos os Ciclos (Yuga Maior) a implosão do Sistema Solar, na Galáxia a que pertencemos.

O drama irreal de KING LEAR, talvez real na Guerra dos Cem Anos, ou a ficção da Guerra dos Tronos aplicada à trama urdida pelo BREXIT de 2016 ou à Guerra Fria CEE-EFTA, talvez tudo seja uma diplomacia profana de «marcação de territórios» como “alma animal” do homem-leão do homem, mas que gera na “alma humana” da Humanidade uma constante Guerra dos Senhor dos Anéis, porque nem mesmo na Guerrra das Estrelas a Força Negra consegue supremacia sobre a Luz da Ordem Jedi.O logótipo dos Filmes de Hollywood, o Leão da MGM, está em 2016 a comemorar o seu Centenário. O seu primeiro LEÃO nasceu no Zoo da cidade celta de Dublin. A ideia de dar à Goldwyn Pictures este símbolo, vinda do judeu polaco Samuel Gelbfisz, emigrante até aos 19 anos na cidade celta de Birminghan, onde passa a ter o nome de Goldfish, funda, já com o nome artistico de Goldwyn, com os irmãos Selwyn (Edgar e Archibald), a futura cidade do Cinema. Dizem uns que este «leão» é o ícone da Universidade de Columbia (1784), antes King’s College (1754) Jorge II de Inglaterra, mas certo é que ele personifa o KING LEAR de Shakespeare, exibido a 26 de Dezembro de 1606, inspiração do autor nas tramas inglesas, por altura da sua II Cruzada de 1147,  que ajudaram a conquistar Lisboa.

O Caminho da Humanidade, a História dos Povos e a Vida-Morte-Vida do Ser Humano faz-se,  no equilíbrio (neutro) entre Luz-Trevas, Bem-Mal e Positivo-Negativo, tudo brotando da mesma Raiz.O Reino do Butão, Dragão Branco dos Himalaias (centro da bandeira laranja e amarela), é com o País de Gales, Dragão Vermelho de Snowdon (centro da bandeira verde e branca), um dos últimos redutos espirituais da Civilização. Os Dragões Celtas da Luxitânia, até aos desenhos rupestres da Austrália (antípoda de Portugal), ora são Seres de Trevas com necessidade de domínio, ora são guardiões (LIGHT GUARDIANS) do Conhecimento, dos Tesouros e das Cavernas Astrais, necessitando de transmitir à Humanidade preceitos de Evolução. Portugal venceu os «Dragões» Celtas no dia de nascimento do 14º Dalai-Lama dos Himalaias do Butão, porque a sua Serra é de Hermes ou Hermínios.

A EUROPA PRECISA DE SER GOVERNADA POR ESTADISTAS QUE SAIBAM DOMINAR DRAGÕES.