Com música da autoria de Alfredo Keil e letra de Henrique Lopes de Mendonça, o Hino A PORTUGUESA foi composto pela reacção emocional ao Ultimatum Inglês de 11 de Janeiro de 1890 (sob a égide do PM Lord Salisbury) e do Mapa Cor-de-Rosa, face à Conferência de Berlim, e tocado, dois meses depois, no dia 10 de Março. Tornou-se a marcha dos revoltosos do 31 de Janeiro de 1891. Certamente por isso, foi proibida pelo regime monárquico. A revolução de 5 de Outubro de 1910 acabaria por recuperá-lo e, logo em 17 de Novembro, o Ministério da Guerra determinava que, sempre que se executasse o Hino A PORTUGUESA, todos os militares presentes, quando fardados, fizessem continência e, estando à paisana, se descobrissem, conservando-se de pé, em ambos os casos, até ao final da execução. A única alteração da sua letra está contra os canhões marchar, marchar, no início era contra os bretões marchar, marchar. Foi um rude golpe contra Portugal perante o Tratado de Windsor de 12 de Maio de 1386, ainda em vigor, ratificando-se a Velha Aliança Anglo-Portuguesa de 1373, cujo sublime acto final foi o casamento de D. Filipa, filha do Duque de Lencastre, com o rei de Portugal D. João I.


Aproximando-se a efeméride de 10 Março de 2016, evocando os 126 anos dos acordes e letra do Hino Nacional de Portugal, representa para a União Europeia um dos avisos imateriais que brotam de um dos maiores segredos celto-cristãos do continente europeu: O SEGREDO DE YORK. 

Desde os tempos da Austrásia que os sacerdotes druídas depositaram na região da Serra de Hermes, dita também da Estrela ou Montes Hermínios, num cofre sagrado, um papiro predizendo o devir de Portugal. Tomemos nota de alguns eventos que são mais do que meros factos históricos sequenciais:

Os povos da Antiguidade vinham ao Templo do Cabo Sagrado (Sagres), guardado por sacerdotes Tartéssios, fazer as suas preces; Sertório posiciona a «oposição» a Roma em Évora, a 14 Km dos megalíticos de Almendres; Lisboa (região Olissipo/Ulysses-Tróia) é conquistada com a ajuda inglesa da II Cruzada e a III Cruzada de Ricardo I, Coração de Leão, ajuda Portugal a conquistar o Algarve; a Magna Carta inglesa de 1215, com 8 séculos em 2015, surge com a revolta dos Barões a 10 de Junho, hoje DIA DE PORTUGAL; a crise 1383-85, repetida 600 anos depois em 1983-85, é ajudada pelos Arqueiros ingleses na Batalha de Aljubarrota; o Duque de Lencastre, no reinado de Ricardo II, apela e dá origem à melhor lenda de honra da cavalaria portuguesa, com 12 Cavaleiros e o seu Grão Magriço Álvaro Coutinho a defenderem 12 damas inglesas; a arte da construção de Mosteiros e Catedrais é reforçada em Portugal pelos Mestres da Grande Loja de York e cessa em Inglaterra com a construção da Catedral de São Paulo, em Londres; todo o espólio secreto de John Dee, conselheiro da rainha Isabel, é entregue a Pedro Nunes; a nova Europa dos Estados-Nação acontece com o Tratado de Westfalia, assinado a 24 de Outubro de 1648, dia da conquista de Lisboa, em 1147; antes, Luís XIII de França e Richelieu auxiliam, em 1640, a restaurar a independência de Portugal; face ao assassinato do rei Carlos I de Inglaterra (D. Carlos I de Portugal foi também assassinado), com a instalada República de Cromwell financiada pelos portugueses da Holanda, a monarquia inglesa só se restabelece com uma rainha portuguesa, filha do rei D. João IV; as invasões napoleónicas contra Portugal são neutralizadas por forças inglesas; o ultimatum inglês violou a predição druída e minará a Europa até que Portugal a livrou do III Reich com as infraestruturas tactico-logísticas da Ilha de Santa Maria, levantadas com a ajuda dos EUA; o Presidente dos EUA, Ulysses Grant obriga os ingleses a ceder no caso «Bolama» português; o Presidente da França, Mac-Mahon, obriga os ingleses a devolver a região de Lourenço Marques; a viagem da rainha Isabel II a Portugal (1957) põe fim à «maldição» do ultimatum inglês, mas a tentativa de os ingleses invadirem a Rodésia (capital em Salisbúria, similar nome do PM inglês de 1890) pelo porto da Beira, sem aval português, oscila negativamente esta Aliança de novo; em 2016, após a União Europeia ter tido um português como Presidente da sua Comissão e o seu rumo ser o «Tratado de Lisboa», o desejo da Inglaterra de manter o seu «Império», com ou sem referendo, quando quis destruir Portugal em 1890, ser-lhe-á funesto. O tempo do Império dos Mares findou.

Podem atacar Portugal, dentro e fora do país, tentando-o moldar a causas, interesses, obrigações e compadrios sem nexo, razão ou justificações, mas nada conseguirão de volta, antes, em contrário, «compram» desaires que a não serem rectificados lançam na desordem quem os provocou. A União Europeia definha; o Brasil adensa-se em corrupção; a China oscila no seu desejado império financeiro e os seus banqueiros devem honrar Portugal; o sistema bancário português que sugou 40 000 milhões de euros aos portugueses, com o «laissez-faire, laisser-passer» do Banco de Portugal e Banco Central Europeu, fez «reagir» a Matriz Imaterial de Portugal o que não augura bem-aventuranças, antes sim prediz lutas, disputas e abruptas reacções, das quais as migrações para a Europa, sob a “regência” do Alto Comissário da ONU, António Guterres,  um português impotente para as travar, já foram desencadeadas.

Sabiam Ulysses Grant e Mac-Mahon o Segredo de York? Sabia Adolfo Hitler este segredo, nunca atacando Portugal e pedindo para que alguém da sua confiança visitasse o Templário Convento de Cristo em Tomar? Sabia D. João II, nas suas Alianças com o primo Maximiliano I da Alemanha, que o Segredo de York parece ditar ciclos constantes de mudança Lusas de 17 Reis+17 Reis+17 Presidentes? Conjugados com as constantes solares 11 das suas Regências (D. Duarte, o 11º rei, morre de peste; D. Afonso VI, o 22º rei é preso; D. Carlos I, o 33º rei é assassinado; Américo Tomás, o 44º Regente, é preso) e lunares de 28, com Portugal a separ o seu «Império» no Brasil com D. Pedro IV, o 28º rei, iniciando-se a via da República. Aproxima-se, neste século XXI, o 56º Regente, sendo Marcelo Rebelo de Sousa (com posse nas vésperas do Hino Nacional) o 51º Regente do Trono de Portugal, iniciando-se, em 2016, um novo ciclo de 17 Presidentes (Bernardino Machado conta apenas por uma vez).

A governação do actual Primeiro Ministro de Portugal, Dr. António Costa, será boa ou má, consoante acreditar ele ou não que o seu Governo tomou posse à mesma hora, dia e mês que António da Costa Cabral (também ele antes com o cargo similar de Presidente da Câmara de Lisboa) quando em 1836 assumia a pasta da Justiça. A sequência política de Afonso Costa, Gomes da Costa, Costa Gomes e o «desastre» do Banco de Portugal com Carlos Costa são variantes do Segredo de York tão claro que ditou reis do mesmo nome D. João I de Castela e Portugal na crise 1383-85, e repetiu-o, 600 anos depois, na crise 1983-85, com as governações Ibéricas do mesmo nome de Soares , Mário de Portugal e Adolfo de Espanha.

Mas mesmo que este axioma anterior seja um véu para muitos, certo é que a aprovação da versão oficial do Hino Nacional A PORTUGUESA só foi estabelecida em 1957, publicada pelo Diário do Governo 199 de 4 de Setembro, ou seja, sete meses depois da visita da Rainha de Inglaterra, Elizabeth Alexandra Mary of Windsor, ocorrida de 18-21 de Fevereiro.

 

A tomada de posse do Presidente da República a 9 de Marco é um enigma de York?

 

hino

Estandarte Nacional, com a legenda Camoneana «Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada».

Casamento do Rei D. João I de Portugal com D. Filipa de Lencastre

Casamento do Rei D. João I de Portugal com D. Filipa de Lencastre