Em 1990 chegou como ameaça ao desacordo entre os povos da Lusofonia.

Esse entendimento político, que logo foi reforçado com «o império da Lusofonia», com a pretensão de diluir o simbolismo do «fim de império geográfico», embaraçou os países que pertenceram, episodicamente , ao Império Quinhentista.

A Língua de um Povo deve cobrir confortavelmente esse povo. Neste caso é de louvar que todos esses Povos falem a mesma Língua e que tenham, inclusive, um passaporte lusófono, como sugeriu o Presidente da Fundação Lusíada, Lacerda Botelho. Mas unificar a Língua não.

O acordo entrou sorrateiramente em vigor no  dia 13 de Maio. Talvez para que o povo se convença de que é uma benção de Fátima. O prazo de transição termina em 22 de Setembro de 2016.

Em: Poetas e Trovadores |Nº66|