CL 54

 

 

NANIDADE TELÚRICA QUE ABARCA O UNIVERSO
AFERINDO DE SI E DA PRODIGALIDADE EXISTENCIAL

 

«Que mudar de opinião em alegrias,
Com espantos de perplexão luminosa,
E até de melancolia cor-de-rosa,
Plácida, reformadora e benigna
(como pétalas murchas e nostalgia amorosa)
É sempre, sempre, sempre…, lídimo crescer…!
Altear para mais nóbile altar…!
Por ser passo em frente no próprio caminho,
Augir em amor e alvuras de fé,
Ultrapassar aquilo que já se é…,
Para, em estirpe de mais glória, renascer…!!!

***

Confrades!, há que nunca, nunca olvidar que a condição humana configura uma realidade especifíssima…! De multidocumentada evolução de milhões e milhões de anos… Sim! Multidocumentada! Re-reitero! A qual, hoje, é reconhecida (ou não-negada) pelos expoentes de todas as feições e quadrantes do filosofar… Do cientificar… Do teologizar… Do musicar; do esculpir; do prosar; do poetar e do próprio religiosar…! E até do politicar!… Na assumpção de que poderá ainda haver para ela (condição humana) um enorme e fabuloso futuro de requintamentos da sua especificidade evidente… Que nos alteia, e diferencia, transcendentemente. E faz anelar por que se cumpra…! Em pleno!…

Nós somos a espuma da alquimia telúrica evolucional…!!! E queremos protagonizar a sua expressão cimeira…! A fim de superarmos quanto já foi conseguido… Assomar ao que, por nós, até já foi reescrito; remusicado; filosofado; – em obras e obras de essência e transcendência universais, de todos os quadrantes, e por todos, todos aplaudidas…!!!!!»

 

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