CIGARRAS

Estes animais invertebrados são insectos que pertencem à ordem dos HEMÍPTEROS. A maioria têm 4 asas, mas outros nem sequer as possuem. O ponto que une esta ordem é de todos terem um aparelho bocal “picador-sugador”!

Curiosamente, e quanto às Cigarras só os machos (como nos grilos) é que cantam.

Como voam bastante bem, estão sempre “zombando” de quem como a formiga, tem de “rastejar” e trabalhar continuamente, para poder comer o pão de cada dia.

Alimentam-se com facilidade de ervas e arbustos, e com “facilidades” da seiva de algumas plantas. Quer dizer: as plantas passam as “estopinhas” para através das suas raízes conseguirem produzir a seiva que as alimenta e faz crescer, e as “espertas” das cigarras, sem fazerem um mínimo de esforço, vá de “sugarem” a seiva que as plantas produziram.

E ainda por cima, essas CIGARRAS (OS) nem pagam I.V.A., nem impostos.

É claro que por vezes, lá há uma cigarra que no Inverno é apanhada toda “desasada” o que leva a formiga a perguntar-lhe se ela está doente. Ao que a cigarra responde que não, que foi só um pequeno “azar”, pois teve a pouca sorte de ter apanhado com um CIGARRO sem filtro!

De qualquer modo, é mais que tempo, para que a Autoridade Tributária INVERTEBRADA, multe “as cigarras” com elevados impostos e sem direito à Reforma, ou que as mande prender por motivo de enriquecimento ilícito.

 

PULGÕES

São uma verdadeira praga para todos nós.

Costumam actuar em grupo, como falsos agentes da ASAE invertebrada. Plantas onde eles actuem, acabam por ficar enroladas e murcham. E lá se vai a frutificação do negócio vegetativo ou paralelo.

Muitas das espécies de pulgões transmitem doenças. O pior deles é o “pulgão-das-couves”, e também é o mais conhecido das forças de segurança da natureza.

Curiosamente, e talvez por semelhança, é que o maior predador dos pulgões é a… imagine-se lá: a “joaninha”. Essa mesma que voa, voa, e depois… vai levar a carta (ou a carga de pulgões) a Lisboa.

 

PERCEVEJOS

Os percevejos, são outra multidão de invertebrados que assolam as terras lusas europeias.

Estes animaizinhos, caracterizam-se sobretudo por possuírem uma espécie de carapaça que lhes cobre o abdómen e uma espécie de ferrão que utilizam para “perfurar” e “sugar” o caule das plantas, ou o corpo dos animais que caçam, ou a bolsa dos contribuintes incautos. São sempre coloridos e têm até lindíssimos reflexos metálicos, pelos quais pretendem “animar a malta”, iludindo-os e ferrando-os.

Há uma espécie que se chama “percevejo doméstico” que é de cor totalmente castanha, nada atractivo, que além de ter o hábito desagradável de sugar o sangue “do parceiro humano” e só quando este está a dormir. Isto é; quando a vítima está verdadeiramente descontraída e vulnerável.

Dizem alguns “almanaques” que alguns dos antepassados destes “percevejos” evoluíram “darwinamente” em “agentes de seguros”, “agentes de angariação bancária”, “cobradores de impostos” e outros “vendedores de banha da cobra, que em Feiras Populares – que já nem existem” nos acabam de sugar o sangue, e o sustento económico-financeiro, mesmo quando ESTAMOS A DORMIR.

Na verdade o percevejo foi o maior predador da humanidade, antes da invenção dos insecticidas e da água canalizada. Apesar desta, estar agora cada vez mais cara, usemo-la para de nós afastar tais pragas de percevejos.