Estes seres invertebrados, quais fontes de superficiais alegrias, gostam de saltitar de flor em flor. Há as “borboletas” do tipo diurno, mas “as nocturnas” são em maior número e com cores vistosas, e gostam de pulular de “bar em bar”. Distinguem-se umas das outras, pois as diurnas têm antenas finas formando nas pontas protuberâncias. As “nocturnas” têm antenas, mas sem protuberâncias. Existem umas chamadas de “borboletas da couve” que são o flagelo de lavradores e horticultores.

Como toda a gente sabe, a “incubação” e nascimento das borboletas, é um dos mistérios da natureza, mais bonito de ser observado. E elas chegam a incubar em qualquer parte… Até já têm clubes delas, e até já constituíram os seus próprios lobies.

Após a postura dos ovos, passadas uma ou duas semanas, eles abrem-se e deles saem umas lagartas minúsculas. Passados cerca de quatro semanas as lagartas começam a fabricar os “casulos” que ficam suspensos dos ramos da planta (que lhes serviu de hospedeira) e então passam ao estado de “crisálidas”. Segue-se um período de transformação espectacular ao fim do qual então a “borboleta adulta” acaba por sair do “casulo”.

Quem é que não gosta de ver uma borboleta esvoaçando? Há milhares de espécies diferentes de borboletas.

Em solo luso, as mais vulgares são as “borboletas cauda-de-andorinhas” e a “vanessa atlanta”. Ambas as espécies podem esvoaçar em formação, estilo castelos pretos ou brancos.

Apesar da cor e dos “vestidos” das borboletas serem normalmente multi facetados e de grande beleza, há aquelas que – talvez para fugirem a eventuais predadores (e não só) têm gostos horríveis e exibem cores que até afugentam os inimigos. Outras estão cobertas de pêlos e até de “espinhos urtigantes” que “não há seita que as tolerem”.

Mas num mundo evolutivo como o nosso, onde caminhar na “praça pública” já é difícil, é porém ainda mais difícil distinguir nela, uma borboleta “MACHO” ou “UMA FÉMEA”.

Mas quão divertido e alegre, é “ver esvoaçar uma borboleta doida”? Não é?