Os “Coleópteros” envolvem uma tal diversidade de géneros que ela é a ordem mais numerosa do reino animal (entre 300 a 400 mil espécies).

Entre os “coleópteros” há desde comedores de plantas, roedores de madeira, sugadores de pólen, amantes do esterco e muitas mais variedades.

O traço comum entre eles, é o de o primeiro par de asas se encontrar endurecido devido à “quitina” que os cobre.

As dimensões destas espécies variam de 1 a 3 centímetros ou mais. Há-os maiores como por exemplo o besouro. Vamos destacar uma das espécies mais vulgar em solo luso – que é ESCARAVELHO

Eles são úteis sob o ponto de vista ecológico, mas como desestabilizadores invertebrados sociais e políticos, são uma verdadeira praga. Eles “metem-se” sempre onde não deviam estar.

As “carochas” ainda são piores, elas “devoram” todos os tipos de insectos, que porventura lhe queiram fazer frente! Já as “Joaninhas” são umas queridas.

Elas livram-nos dos pulgões e das “cochinilhas”,  a mais frequente é a joaninha de 7 pintas. Mas existem com 2, 10, 11, 14 e 22 pintas, tantas como as letras do abecedário.

Mas voltando ao “escaravelho” não podemos deixar de referir o Escaravelho-da-batata

Claro, que como a batata veio da América, o escaravelho da batata também tinha de ter a sua origem na América do Norte. E é claro também, que esses invertebrados não se sabe se por inerência da espécie, ou por causa “da casa de onde são originários” só haviam de dar problemas, e dos grandes, ao agricultores lusos, pois as diversas espécies de “gorgulhos” a que dão origem, prejudicam e gravemente as nossas produções agrícolas.

E para acabar de falar da família dos escaravelhos, não podemos esquecer o maior da Europa, que é o escaravelho “vaca-loira” cujo macho chega a atingir 8 centímetros. As suas larvas são depositadas nos velhos troncos do carvalho, num desenvolvimento lento, que chega a durar 5 anos, e dão cabo inteiramente da árvore.

Não sabemos, porque é que lhe chamam de “escaravelho vaca-loira”.

Uma coisa é certa: eles querem dar cabo dos nossos “druidas”, pois obstaculizando e retirando a possibilidade de os velhos carvalhos europeus, produzirem o seu “GUY”, obstam a que os poucos “druidas” ainda existentes, possam “cozinhar” os seus “ponches mágicos” e daí os heróicos carvalhos celtas e celto-atlantes, ficam mais debilitados, a ponto de “vikings doidos”, ou “crianças gigantes ameríndias” ou “amarelos de olhos amendoados” tomem a veleidade de quererem cavalgar os “belos carvalhos europeus”.

Acabemos de vez com o “escaravelho vaca-loira”.